A cada novo rosto que me é apresentado,
subtraio aquilo que não quero ser. Julgo as pessoas baseada num conceito
prévio, pois os que elas pensam ou são de verdade não me interessa nem um
pouco. Tiro minhas conclusões, mas percebo que posso conviver com todos - já que os
defeitos não são meus. A cada dia que passa, entendo mais sobre o que não quero
ser, acreditando que apenas isto seja o suficiente para estar mais perto do que
considero ideal.
Só enxergo aquilo que meus óculos
permitem, pois eles foram projetados
especialmente para enxergar o defeito nos outros.